sábado, 16 de abril de 2011

PRESENTE E FUTURO DA IGREJA EVANGÉLICA NO BRASIL (parte 3)

OBS.: A opinião do autor desse artigo não exprime parcialmente ou na sua totalidade a opinião do blogger que o considerou como uma informação útil e consequente.
Por Paul Freston

Nos dois artigos anteriores, analisei o presente da igreja evangélica e as tendências para as próximas décadas. Quero agora fazer algumas recomendações.

Em primeiro lugar, vivemos uma fase passageira na história da igreja evangélica -- a fase do crescimento rápido. Essa fase começou nos anos 50 e, como vimos anteriormente, provavelmente vai acabar entre 2020 e 2030. Disso devemos aprender a lição da precariedade do crescimento evangélico. Ao contrário da Igreja Católica no passado, o mundo evangélico nunca terá ‘clientela cativa’, porque o caminho que o Brasil trilha não é de país católico para país evangélico, mas de país católico para país religiosamente pluralista. E quando o crescimento evangélico cessar, várias coisas pode acontecer. Talvez aconteça apenas uma estabilização na porcentagem de evangélicos, mas é possível também que haja uma queda. Na Coreia do Sul, por exemplo, a porcentagem de evangélicos está caindo ligeiramente. Não sabemos, então, se essa grande comunidade evangélica que se forma atualmente no Brasil vai durar por muitas gerações nem se conseguirá dar uma contribuição importante para a história do país.

Em segundo lugar, a religião evangélica está virando uma religião de massas no Brasil. E o que sempre acontece com as religiões de massas é que elas passam a se parecer cada vez mais com a sociedade. Em vez de transformar a sociedade, a religião é transformada por ela. Isso é normal numa fase inicial. Muitas ‘aberrações’ que acontecem no meio evangélico não me preocupam porque sociologicamente são fenômenos que tendem a acontecer numa fase incipiente. No entanto, depois disso, devemos fazer o que Jesus fez quando começou a se tornar muito popular. Assediado pelas multidões depois da multiplicação dos pães (Jo 5), ele passou a ensinar as demandas do discipulado (Jo 6), mesmo custando-lhe adesões.

Em terceiro lugar, o nosso grande desafio é o desafio ético. Mesmo que os problemas éticos não tenham surgido recentemente, hoje eles são projetados para a sociedade inteira e suas consequências são mais desastrosas. Não conseguimos cumprir Romanos 12 (não se conformar, mas se transformar) justamente porque a transformação não acontece de maneira automática -- é sempre resultado de ensinamento. Onde não há ensino dificilmente a transformação acontece. O que vinga é a lei sociológica, que é a conformidade com a sociedade-ambiente. Perdemos a ética protestante! Perdemos aquela ética da fé transformadora da sociedade e da cultura. Em vez disso, temos o triunfalismo do crescimento numérico, a crença de que vamos dominar o país e reformá-lo à nossa imagem. Perdemos a ética protestante clássica da diligência no trabalho e frugalidade no viver e adotamos a teologia da prosperidade. Substituímos a cosmovisão protestante clássica por correntes novas e cada vez mais exóticas de ‘guerra espiritual’.

Precisamos reexaminar as três tentações de Jesus, que acontecem logo após o seu batismo, quando o seu ministério público está prestes a começar. São tentações ministeriais típicas, que tendem a reaparecer na história da igreja. Representam três maneiras erradas de ser messias e, conseqüentemente, três maneiras erradas de ser igreja. Há a tentação do triunfalismo encantado com o poder, a tentação do hedonismo, do evangelho que satisfaz os nossos desejos, e a tentação do ‘poder’ em um sentido usado por muitos evangélicos hoje -- a tentação de impressionar e convencer pelo espetáculo.

Perdemos essa ética porque não sabemos discernir a realidade do campo religioso. Há duas pressões muito fortes sobre pastores evangélicos, que dificultam o ensino e a ação éticos. A primeira é a pressão do institucionalismo, isto é, a pressão de colocar a instituição, as demandas organizacionais e o nosso próprio bem-estar dentro da organização acima do reino de Deus. (Não estou falando contra as instituições em si; elas são inevitáveis e necessárias na vida humana, mas sempre trazem determinadas tentações.) Jesus também enfrentou essa situação. À pressão dos profissionais religiosos de sua época, os escribas, ele respondeu: “Não recebo a glória que vem dos homens” (Jo 5.41). Em outras palavras, ele disse: “Não entro no esquema profissional que vocês montaram. Não aceito me enquadrar. Não aceito receber as recompensas que esse esquema oferece, sejam elas financeiras, de “status” ou de poder”. Não estou falando contra o fato de alguém ser profissional da religião. Estou dizendo que é importante que o profissional da religião tenha consciência das tentações típicas de sua profissão e de sua inserção social para saber enfrentá-las.

A segunda é a pressão do mercado religioso. O mercado diz que a igreja tem de estar sempre cheia, e para isso acontecer não é bom ensinar a ética e as demandas do discipulado. Para atrair novas pessoas é melhor repisar as mesmas coisas, e para as pessoas que já estão na igreja há mais tempo e estão um pouco entediadas, em vez de correr o risco de afugentá-las ensinando a ética e o discipulado, é melhor inventar modismos para mantê-las entretidas. Daí a tendência do meio evangélico de ziguezaguear de modismo em modismo, cada um se apresentando como o ‘X’ do mapa do tesouro (“Agora a igreja vai para frente!”). Cinco anos depois, ninguém se lembra mais do que era! Jesus também enfrentou a pressão do mercado religioso. Contra a pressão de ser bem-sucedido numericamente, ele ensinava as demandas do discipulado. Em João 6.60 vemos a consequência disso: “Muitos dos seus discípulos disseram: Duro é este discurso; quem o pode ouvir?” E muitos foram embora. Não foi um ‘bom negócio’ para Jesus falar essas coisas. Porém, parafraseando João 12.24, podemos dizer que “a pessoa que não morre para o institucionalismo e para o mercado religioso, não dá fruto para o reino de Deus”.

Nada é totalmente novo debaixo do sol, e houve na história outros momentos parecidos com o nosso. Um deles foi o quarto século, quando o cristianismo se tornou aceitável e depois foi oficializado no Império Romano, e começou a se tornar uma religião de massas. Então surgiu uma reação contrária: o movimento monástico, que tencionava ser contracultural não só na sociedade, mas também na igreja. Foi uma reação em nível micro. Outro momento foi o século 16, quando existia uma igreja triunfalista, supersticiosa e mercantilista. E surgiu a reação reformadora, ou seja, uma reação em nível macro. As duas reações, micro e macro, são válidas e importantes. (Porém, devemos lembrar que hoje não podemos mais reformar a igreja de nações inteiras, como fizeram os reformadores, porque já não estamos na cristandade.)

Na próxima edição, concluirei essa série de reflexões apresentando minha ‘receita’ para fazer com que a igreja evangélica se mantenha numericamente ao longo de várias gerações e deixe uma marca positiva na história do país.


Paul Freston, inglês naturalizado brasileiro, é doutor em sociologia pela UNICAMP. É autor de, entre outros, Religião e Política, Sim; Igreja e Estado, Não (Editora Ultimato).

POR QUE A JUSTIÇA NÃO FAZ JUSTIÇA?

INTRODUÇÃO:

O que é justiça?

Classificação morfossintática:

- [justiçar] verbo presente do indicativo 3a pes singular.
- [justiçar] verbo imperativo 2a pes singular.
- [justiça] substantivo fem singular.
Ainda:

1. Princípio moral que exige conduta justa, com respeito ao direito e à equidade.
2. Conformidade a esse princípio, manifestado em ato ou comportamento.
3. Respeito ao direito de cada um.
4. Caráter do que é justo imparcial.
5. Instituição ou conjunto de instituições que exercem um poder jurisdicional: alçada.
6. Conjunto de todas as pessoas encarregadas de aplicar as leis; autoridade judicial.
7. Fig. Qualidade de verdadeiro ou correto.
8. Fig. Razão, motivo.

O judiciário tem a função de resolver os conflitos surgidos no seio da sociedade, sendo um dos três poderes que existem harmoniosamente entre si, para regular a vida social. O ideal de justiça desejado pelo cidadão é que a justiça conceda justiça para quem necessita de justiça.
Muitas pessoas confundem o significado dos termos Justiça e Direito. A Justiça é um princípio moral enquanto que o Direito o realiza no convívio social. Hartmann, em 1949, propôs que a justiça moral é individual e a justiça jurídica é social. A Justiça é mais ampla que o Direito. O Princípio da Justiça é normalmente interpretado através da visão da justiça distributiva.
Independente do que temos constatado é que o Judiciário sempre defendeu os interesses da elite que esteve no poder, sob pena de sua própria sobrevivência institucional e do próprio Estado.
É um caos ainda pensar dessa maneira, mas é a verdade questionável desses fatos que me leva a meditar sobre a atuação de um poder tão essencial ao cidadão, e que continua tão distante dele mesmo, que paradigma!

Mas, eu não estou sozinho nessa estrada tão cheia de pedras que precisam ser quebradas e retiradas do meio do caminho, para que o asfalto que permeia uma boa caminhada e desempenho do motor social possa trilhar novos rumos na justiça tupiniquim.
A pedra da morosidade para muitos talvez seja o principal motivo de tanta injustiça.  Agora até o CNJ se preocupa com ela, mas o que penso é que ela, certamente, não é única, existe muitas pedras que devem ser retiradas, sob pena desse imbróglio que em que se transforma o nosso judiciário falir de vez diante de todos nós.

Pelo que se vislumbra Michel Foucault, tem razão ao ter afirmado que o “tribunal não é a expressão natural da justiça popular, mas, pelo contrário, expressão da vontade da sociedade politicamente organizada”, ou seja, da classe dominante.
Para o respeitável jurista cearense Paulo Bonavides, uma das principais estâncias do Poder Nacional o Supremo Tribunal Federal – “é defunto, pois não mais representa a identidade, a justiça, e a ética jurisdicional do Brasil”.
Esse artigo pretende analisar a atuação do Poder Judiciário brasileiro nos últimos 10 anos de atividades na terra da “Ordem e Progresso”, especificamente na capital do Rio Grande do Norte, levantando dados e situações que merecem, no mínimo, uma reflexão por parte de um futuro acadêmico de direito que ainda sou.

Mestre Djasson, a proposta é fazer uma pesquisa de campo, com, pelo menos, cem (100) pessoas, com a pergunta que é o tema desse artigo, de forma flagrante, aleatória, interna (residências) e externa (ruas) de bairros da Grande Natal, a fim de ouvir o que o povo tem a dizer a respeito de tão importante tema para esses dias, analisando, pois, de forma objetiva e factual o contexto e atuação desse Poder fundamental no contexto da vida social contemporânea.

Trabalho apresentado pelo Acadêmico Terceiro Dantas na disciplina Filosofia Jurídica ministrada magistralmente pelo Dr. Djason Cunha, no Curso de Direito na Universidade Potiguar, Campus da  Av. Roberto Freire, em Natal, Rio Grande do Norte.
















BIBLIOGRAFIA CONSULTADA:
Professores de Direito:
José Roberto Goldim (RS)

O EXEMPLO DOS GANSOS

GANSOS E EQUIPES

Quando você vê gansos voando em formação “V”, pode ficar curioso quanto as razões pelas quais eles escolhem voar dessa forma, pelo que apresentamos a seguir algumas descobertas feitas pelos cientistas.

FATOS

1.     Fato - a medida em que cada ave bate suas asa, ela cria uma sustentação para a ave seguinte, voando em formação “V”, o grupo inteiro consegue pelo menos 71% a mais do que se cada ave voasse isoladamente.
2. Fato - sempre que um ganso sai fora da formação, ele repentinamente sente a resistência e o arraso de tentar voar só, e de imediato, retorna à formação para tirar vantagem do poder de sustentação da ave à sua frente.
3. Fato - Quando o ganso líder se cansa ele reveza indo para a traseira do “V”, enquanto um outro assume a ponta.
4. Fato - Os gansos de trás grasnam para encorajar os da frente em manter o ritmo e a velocidade.
5. Fato - Quando um ganso adoece ou se fere e deixa o grupo, dois outros gansos saem da formação e o seguem, para ajudar e proteger, eles o acompanham até a solução do problema e, então, reiniciam a jornada. Os três ou juntam-se a outra formação, até encontrar o seu grupo original.

VERDADES

Verdade 1 - Pessoas que compartilham uma direção comum e um senso de equipe chegam ao seu destino mais depressa e facilmente, porque elas se apoiam na confiança uma das outras.
Verdade 2 - Existe força, poder e segurança em grupo quando se viaja na mesma direção com pessoas que compartilham um objetivo comum.
Verdade 3 - É vantajoso o revezamento quando se necessita fazer um trabalho árduo.
Verdade 4 - Todos necessitam ser reforçados com apoio ativo e encorajamento dos companheiros.
Verdade 5 - A solidariedade nas dificuldades é imprescindível em qualquer situação.

Para o bem do grupo, é fundamental ser um ganso voando em “V”. E, vamos procurar nos lembrar mais freqüentemente de dar um “grasnado” de encorajamento e nos apoiar uns nos outros com amizade e amor.
Que o exemplo do vôo dos gansos possa ser aplicado em nosso dia a dia com nossos irmãos, colegas e amigos.

"Autor Desconhecido"

TÉCNICA VOCAL


TÉCNICA VOCAL
Poderia resumir na prática o que entendo por técnica vocal:
- "procurar uma forma de cantar usando pouca ou nenhuma força e obter uma voz vigorosa e brilhante, suave e doce ou qualquer coisa que quiser fazer com ela". A técnica não deve ser um livro de milhões de regras inúteis que você faz sem perceber os resultados na sua arte, não deve ser uma prisão, deve, sim , conquistar a liberdade, a facilidade para cantar. Chamo e redefino técnica vocal de CANTO CONSCIENTE.
Experiências 1
Pré-aquecimento
Para que o aluno demonstre disposição no trabalho vocal, tanto para a aula quanto nos constantes estudos, é necessário despertar o corpo. Articulações, músculos e sentidos são despertados nessa sugestão de um ritual de pré-aquecimento: Os exercícios de pré-aquecimento servem para um relaxamento corporal, por isso devem obedecer a um ritmo lento e profundo - SEM PERDER A CONCENTRAÇÃO! 

A) pés colocados lado a lado, paralelos, com as articulações dos joelhos soltas;
B) o corpo ereto, com braços soltos ao longo do corpo;
C) o olhar para frente, sem, contudo dispersar a atenção no horizonte.
Agora sim! 

1) boceje muito e espreguice à vontade até sentir o corpo leve e disposto; 

2) movimente lentamente a cabeça para frente até tocar o queixo no esterno, movimente-a para frente e para trás procurando tocar a nuca nas costas.( como se respondesse um SIM bem expressivo com a cabeça). Execute por 5 ou 6 vezes, alongando o pescoço sem estressá-lo. 

3) Olhe para frente agora. Movimente a cabeça de maneira a olhar por cima de um ombro e depois, mantendo o ritmo lento, movimente a cabeça de maneira a olhar por cima do outro ombro. 

4) Olhe para frente. Procure tocar lenta e alternadamente cada orelha no respectivo ombro (orelha direita toca o ombro direito, orelha esquerda toca o ombro esquerdo). 

5) Feito isso, toque o esterno com o queixo e comece a girar a cabeça sobre o pescoço. Faça bem amplo sem mexer o corpo, somente a cabeça. 

6) Puxe os ombros, simultaneamente, para trás e movimente-os em círculos com se fosse abrir e fechar o peito. Repita no sentido contrário. 

7) Mãos na cintura. Gire o quadril em círculos para ambos os lados. 

8) Dê chutinhos no ar com as pernas e pés bem relaxados. 

Respeite as necessidades de seu corpo. Investigue-se. Descubra-se. Se aceite.
As limitações são parte do desafio. 

Confie em seu potencial, só assim você se sentirá preparado para exercitar, vencer desafios e tomar posse do seu corpo e fazê-lo obedecer. Às vezes o mais fácil, aparentemente, é o mais trabalhoso.

DICA PARA NÃO ESQUECER:
"O óbvio funciona!"
o próximo passo: RESPIRAR!


TUDO QUE ele QUER

SERVIR À ele OU A ELE?

Razões suficientes para não se fazer missões

     Já ouvimos falar de intermináveis motivos para se fazer missões. Agora, veremos exatamente o contrário: razões para não se fazer missões de forma alguma. Aqui fizemos uma apanhado suficiente e completo, dedicado à causa daqueles ‘cristãos’ que nunca quiseram pensar e muito menos fazer missões.

     O primeiro motivo para não se fazer missões é simples. Só é um pouquinho difícil de acreditar mas, mesmo assim, pode acontecer. É o seguinte: você nunca leu na Bíblia o capítulo 15 e o versículo 16 do Evangelho segundo Marcos (a propósito fica no Novo Testamento) que diz: "Ide por todo mundo, e pregai o evangelho a toda criatura". Nunca ter lido este texto bem que poderia ser uma razão para não se fazer missões. Caso você nunca tenha lido este versículo, bem, agora você acabou de ler! Se este era o motivo, já não o é mais.

     Esta é mais outra razão: Deus ainda não me orientou neste sentido. A falta de orientação se deve de igual maneira pela provável falta de conhecimento de um outro versículo, em Mateus 28.19,20a, que diz assim: "Portanto, ide e fazei discípulos de todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado..." Você tem certeza que Deus nunca o orientou? 


Será que nunca leu isso mesmo? É tão comum, nas igrejas, ouvir a segunda parte do versículo 20, que diz: "E certamente estou convosco todos os dias até a consumação do século". Não é linda essa palavra? Até parece dizeres de caixinha de promessa. Agora, se você quiser ignorar os versículos anteriores, não podemos fazer nada. Só que ignorando-os, logicamente que esta última promessa de Cristo na sua vida também deverá estar de igual modo ignorada, pois esta incluído no mesmo versículo. Você concorda?

     Outro motivo: você é um daqueles que diz assim referindo-se a missões: "Primeiro Jerusalém (ou seja na cidade onde moro), depois em Judéia (nosso Estado) e mais depois ainda em Samaria (nosso País) e por último de tudo, ... os confins da terra". Pior de tudo é que sai falando que isto está na Bíblia (só não se lembra em que lugar). E ainda: "Não é justo mandar missionários para longe, quando na minha cidade há muitos para se converterem"

O versículo bíblico mais parecido com a afirmação acima diz algo bem diferente, mais precisamente o contrário. Mas nós perdoamos; são coisas que acontecem... você também nunca deve ter lido o versículo de Atos 1.8, ou, se leu, não enxergou direito: "Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até os confins da terra"

Isso indica claramente a simultaneidade. Não há nada que sugira de primeiro num lugar e depois em outro e por último os confins da terra. O campo que Jesus explicava numa de suas parábolas, não é o meu bairro, nem minha cidade, nada disso. O Brasil também não é o campo. Jesus disse: "O campo é o mundo" (Mateus 13.38). A ordem é semear a palavra no mundo inteiro. 

Talvez você nunca tenha lido isso na Bíblia, mais precisamente no Novo Testamento! E quanto ao fato de não ser justo mandar missionários para longe, quanto em minha cidade há muitos para se converterem - então, obviamente, se você já é um salvo que crê em Jesus Cristo, então você não passas de um erro cometido no passado por um missionário, que saiu de sua terra para vir até o Brasil pregar o Evangelho antes que sua própria cidade fosse evangelizada. Seguindo esta mesma linha de raciocínio, o Espírito Santo também teria errado, mandando Paulo e Silas para a Macedônia, quando nem ainda a cidade deles estava evangelizada. E assim, o evangelho não deveria ter saído nem mesmo de Jerusalém. Que tragédia!!!

     Não tem dinheiro! É o que logo falam! O bolso é a parte mais sensível. A falta de dinheiro para missões é justificável: ‘É necessário colocar um piso de mármore na igreja... é necessário ter um telefone celular dentro do templo... é preciso pagar vários cantores para o povo aplaudir nos cultos... as despesas com majestosas festas mensais são altas... as excursões turísticas custam caro...’ e assim, a lista de despesas segue-se parecendo mais é com a lista telefônica de São Paulo. Tem-se dinheiro para tudo, menos missões. Quando Jesus Cristo vier arrebatar a Igreja, os bens materiais vão ficar tudo por aí... e quem tiver com seu tesouro na terra, se não vigiar, vai ficar junto com ele: ‘pois onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração’ (Lc 12.34).

     A situação de quem ignora a obra missionária é puramente de erro: ‘Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus’ (Mt 22.29). A rigor - o único motivo existente numa igreja local para não se fazer missões é este: seus líderes estão desviados da obra que está no coração de Deus, não tendo amor pela mesma. Não é por falta de dinheiro, não é por falta de nada. A única coisa que deve estar faltando é vergonha... e muita mesmo!

     Se você é líder de alguma congregação cristã que se identifique com alguma característica que citamos, não é nossa intenção ofendê-lo. Concordamos que a casa de Deus deve ser bem zelada, transmitindo um aspecto agradável a todos na sociedade e suprida utilmentepatrimônio, gastam em empreendimentos faraônicos - mas não são capazes de destinar um único centavo para a causa maior: a obra missionária mundial - sob o pretexto de não possuírem condições financeiras para tal coisa....

     Se a sua igreja é assim, então meu lamento. Qual tem sido o seu motivo para não fazer missões?"

Luiz Fernando R. Coutinho - Editor do Jornal Paixão pelas Almas

UM MOMENTO DE HUMILDADE DE EINSTEIN

Andar de Bicicleta
…todos estes […] obtiveram bom testemunho por sua fé… —Hebreus 11:39
Em uma carta, Albert Einstein aconselhou seu filho Eduardo com as palavras: “Viver é como andar de bicicleta. Para manter o equilíbrio você precisa manter-se em movimento.” O conselho do grande físico é sábio e prático.
Esse sábio conselho pode ser aplicado à vida cristã. Muitos cristãos continuam avançando pela fé em meio às circunstâncias dolorosas e árduas. Porém, ao enfrentarem um fracasso moral pessoal, perdem o equilíbrio e caem. O arrependimento e o sentimento de que não mais merecem o perdão de Deus, os mantêm ao chão e eles já não mais se movem em sua caminhada espiritual.
A Bíblia nos dá muitos exemplos daqueles que enfrentaram sérios fracassos pessoais. Abraão mentiu para Faraó sobre sua esposa Sara (Gênesis 12:11-17). Jacó enganou seu pai para obter a bênção que pertencia a Esaú (Gênesis 27:18-29). Moisés desobedeceu a Deus ao atingir a pedra ao invés de falar-lhe (Números 20:7-12). Apesar de suas falhas, nos é dito: “…todos estes […] obtiveram bom testemunho por sua fé…” (Hebreus 11:39).
Estes personagens bíblicos são colocados como exemplos porque após suas quedas voltaram-se para Deus e começaram a segui-lo novamente. Você perdeu seu equilíbrio espiritual através de uma escolha pecaminosa e agora isso o mantém no chão? Arrependa-se e siga o Deus das segundas chances mais uma vez.
Dennis Fisher

Seguidores