segunda-feira, 25 de abril de 2011

VOCÊ JÁ SE PERGUNTOU POR QUE A MÍDIA DÁ TANTA IMPORTÂNCIA À FAMÍLIA REAL BRITÂNICA?

Desde pequeno que ouço e assisto pela TV as notícias

em destaque, sobre a família real britânica. O frisson é tal

que o que transpira é que a realeza dessa família parece

ultrapassar, por por exemplo, o destaque dado à família do

Salvador da humanidade, Rei dos Reis e Senhor Absoluto

dos demais senhores, Jesus Cristo.

Não pense que desejo desmerecer a fidalguia de família

nenhuma,  nem tampouco de reinado nenhum na terra, mas,

apenas de se colocar as coisas no seu devido lugar.

Não poderia a mídia destacar assuntos mais oportunos
que o mundo precisa conhecer e debater?


Fica a sugestão para os meus confrades a de buscar e pro-

duzir pautas mais consequentes em vez desse jornalismo

"oportunity"de uma mídia marron-glacê que as nossas

redações seguem com o critério de vender jornal e gerar

audiência.


Terceiro Dantas, Natal, Brasil.



VARIEDADES

Família real vivencia seu primeiro casamento  'high-tech'

Convidados, espectadores e realeza devem comentar ao vivo

a união entre o  príncipe William e Kate Middleton










  • Casamento do príncipe William terá Beckham, Elton John e 'Mr. Bean'























  • Miley Cyrus diz que adoraria ser dama de honra no casamento real























  • Londres já se enfeita para o casamento de William e Kate























  • Casamento real será transmitido ao vivo pela Internet























  • Middleton deve superar Diana como pessoa mais comentada na mídia















  • A monarquia britânica está
    se preparando para o seu primeiro
    casamento high-tech: a cerimônia 
    do dia 29 será transmitida e 
    comentada ao vivo pela internet
    tanto por espectadores ao redor 
    do mundo quanto pela própria
    realeza.
    A blogueira Kat Hannaford, do
    site Gizmodo, explica que a 
    própria família real pediu aos 
    internautas que comentassem 
    o casamento via Twitter, 
    publicassem fotos no Facebook
    e no Flickr e produzissem vídeos
    para o YouTube.
    Frequentadores do YouTube e do
    Facebook também podem mandar
    mensagens e votos de boa sorte
    aos noivos, príncipe William e Kate 
    Middleton.
    O anúncio do casamento foi feito 
    primeiro no Twitter, e agora já existem
    dezenas de aplicativos comemorativos
    para smartphones. Além disso, a 
    própria realeza deve postar comentários
    em tempo real durante a cerimônia -
    exceto pelos noivos.
    Hannaford conta que esta será uma
    experiência inédita para a família real 
    nas redes sociais e que o casamento 
    pode acabar se tornando o maior evento
    da internet nesta década.
    Fonte: BBC Brasil


    Via: www.guiame.com.br

    Os perigos do salão de beleza.

    MODA E BELEZA
    25/04/2011





  • Diarreia é segunda causa de morte em crianças








  • Refrigerantes dietéticos não ajudam na perda de peso








  • Suplementação de cálcio aumenta risco de infarto








  • Adesivos colados em carro oferecem informações importantes a bandidos








  • Passar muito tempo escutando música pode ser sinal de depressão





  •   Fique atenta!

    Para algumas mulheres, uma visita ao 
    salão causa problemas que você nem
    imagina! Se não forem bem higienizados, 
    os materiais usados para fazer as unhas
    ou depilar o corpo podem transmitir micoses 
    e infecções. "A pessoa pode contrair doenças
    graves, como hepatite C e aids", alerta o 
    dermatologista Marcio Rutowitsch, do Rio 
    de Janeiro. Saiba quais são os perigos 
    que você corre numa sessão de vaidade
    e aprenda a fugir dessas armadilhas.

    Kit individual para unhas

    Os dermatologistas afirmam que ter um
    kit individual para as unhas é a melhor
    saída para evitar "doenças de salão".
    Inclua nele alicate para cutícula, lixa
    e palito. Não compartilhe esses objetos
    e limpe-os com cuidado. 
    Alicate
    A umidade e os restos de pele que
    ficam nas lâminas podem contaminar
    as unhas com fungos e bactérias que
    causam doenças. Para limpar o alicate,
    deixe-o de molho por alguns minutos 
    em água fervente ou álcool 70º.
    Nunca empreste-o. Lixa e palito
    Opte pelos descartáveis, de madeira, 
    e jogue-os fora após o uso.

    Escovas e pentes

    Perigos
    Como a caspa não é transmissível, 
    o único risco é pegar piolho, parasita
    mais comum em crianças. Prevenção
    "Os fios de cabelo devem ser removidos. 
    Depois, é preciso lavar esses utensílios
    com água e sabão e mergulhá-los em
    hipoclorito de sódio a 1% por 30 minutos. 
    Para finalizar, basta enxaguar e secar",
    ensina Mônica Valin, especialista da 
    Vigilância Sanitária do Rio de Janeiro

    Lixas de unha e espátulas

    Perigos
    Elas podem ter fungos e causar micoses
    ou infecções nas unhas. Prevenção
    Esses objetos devem ser descartáveis
    e nunca reaproveitados.

    Potinhos para pés e mãos

    Perigos
    Se estiverem sujos, provocam micoses. Prevenção
    Use um plástico para revestir o pote ou
    confira se ele foi lavado com água e
    sabão.
    Fonte: M de mulher


    Via: www.guiame.com.br

    Jovem que estuda música protege cérebro em idade avançada

    Publicidade
    DE SÃO PAULO
    As muitas horas dedicadas ao aprendizado de música trazem benefícios a longo prazo, mostra um estudo publicado na versão on-line do jornal "Neuropsychology", da Associação Americana de Psicologia.
    A pesquisa indica que aqueles que tocaram instrumentos musicais por muitos anos parecem formar uma proteção natural contra perdas cognitivas que costumam ocorrer durante a terceira idade.
    Mesmo que essas pessoas tenham largado o instrumento em algum momento das suas vidas, a mente ainda se mostra afiada na idade avançada, se comparada àqueles que nunca aprenderam música.
    Um grupo formado por 70 musicistas com idade entre 60 e 83 anos se submeteu a variados testes de memória e habilidade para captar informações novas, entre outras situações.
    O resultado é que se saíram melhor nas provas quem tocou música durante nove e dez anos. O que sugere que quanto mais as pessoas tocam, mais benefícios terão no futuro.
    O piano ficou como o instrumento mais popular entre os músicos, seguido dos instrumentos de sopro. Todos eram amadores e tinham em comum terem iniciado aulas de música por volta dos dez anos.
    O estudo também considerou o preparo físico e o nível educacional dos participantes. E, o que chamou a atenção, é que havia igualmente a relação entre a capacidade cognitiva e os anos de atividade musical se os voluntários estavam ou não envolvidos com música atualmente.
    A descoberta mostra que o funcionamento cerebral pode ser alterado e a música pode ser um assunto para considerações futuras porque envolve uma combinação de capacidades motoras, leitura, audição e ações repetitivas.

    Estilo de letra ajuda na memorização e aprendizado, diz estudo



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    DO "NEW YORK TIMES"
    É mais fácil se lembrar de um novo fato se ele for escrito em uma letra comum ou em letras grandes e grossas? A resposta: nenhuma das opções. O tamanho da fonte não tem qualquer efeito sobre a memória, embora a maioria das pessoas ache que maior é melhor. Já o estilo da fonte, esse faz diferença.
    Uma nova pesquisa mostra que as pessoas retêm significativamente mais informação --seja ciência, história ou linguagem-- quando estudam em uma fonte que seja não só desconhecida, mas também de difícil leitura.
    Margaret Riegel/The New York Times

    Novo estudo mostra que pessoas guardam mais informações quando estudam com letras em uma fonte difícil de ler

    Num recente estudo publicado na revista "Cognition", psicólogos de Princeton e da Universidade de Indiana fizeram 28 homens e mulheres ler sobre três espécies de alienígenas --cada um com sete características, como "possui olhos azuis" e "se alimenta de pétalas e pólen".
    Metade dos participantes estudou o texto na fonte Arial tamanho 16, e a outra metade em Comic Sans MS ou Bodoni MT tamanho 12. As duas últimas são relativamente desconhecidas e mais difíceis para o cérebro processar.
    Após uma rápida pausa, os participantes fizeram uma prova. Aqueles que haviam estudado nas fontes de leitura difícil obtiveram resultados melhores do que os outros --em média, 85,5% a 72,8%.
    Para testar o conceito na sala de aula, os pesquisadores conduziram um grande experimento, envolvendo 222 alunos numa escola pública de Chesterland, Ohio.
    Um grupo recebeu todo seu material complementar para os cursos de inglês, história e ciência alterado para uma fonte incomum, como a Monotype Corsiva. Os outros estudaram com o material de sempre.
    Após o término das aulas, os pesquisadores avaliaram os exames relevantes de cada sala. Conclusão: alunos que usaram o material com letras estranhas tiveram resultados significativamente melhores do que os outros, em todas as disciplinas --particularmente em física.
    Um outro estudo a ser publicado neste ano na revista "Psychological Science", conduzido pelo psicólogo Nate Kornell, do Williams Colleg, reuniu participantes que estudaram uma lista de palavras impressa em fontes de variados tamanhos e julgaram a probabilidade de se lembrarem delas num teste posterior.
    Eles se sentiram mais confiantes em lembrar das palavras impressas em letras grandes, avaliando o tamanho da fonte (facilidade de processamento) como mais importante para a memória --mais importante até mesmo do que a prática repetida. Mas experimentaram exatamente o oposto. Em testes reais, o tamanho da fonte não fez nenhuma diferença, afirma o estudo.

    Brasil é 3º país onde mais se crê em Deus, aponta pesquisa

    25/04/2011 - 14h31

    DA BBC BRASIL

    O Brasil foi o terceiro país em que mais se acredita em "Deus ou em um ser supremo" em uma pesquisa conduzida em 23 países.
    A pesquisa, feita pelo empresa de pesquisa de mercado Ipsos para a agência de notícias Reuters, ouviu 18.829 adultos e concluiu que 51% dos entrevistados "definitivamente acreditam em uma 'entidade divina' comparados com os 18% que não acreditam e 17% que não tem certeza".
    O país onde mais se acredita na existência de Deus ou de um ser supremo é a Indonésia, com 93% dos entrevistados. A Turquia vem em segundo, com 91% dos entrevistados e o Brasil é o terceiro, com 84% dos pesquisados.
    Entre todos os pesquisados, 51% também acreditam em algum tipo de vida após a morte, enquanto que apenas 23% acreditam que as pessoas param de existir depois da morte e 26% "simplesmente não sabem".
    Entre os 51% que acreditam em algum tipo de vida após a morte, 23% acreditam na vida após a morte, mas "não especificamente em um paraíso ou inferno", 19% acreditam "que a pessoa vai para o paraíso ou inferno", outros 7% acreditam que "basicamente na reencarnação" e 2% acreditam "no paraíso, mas não no inferno".
    Nesse mesmo quesito, o México vem em primeiro lugar, com 40% dos entrevistados afirmando que acreditam em uma vida após a morte, mas não em paraíso ou inferno. Em segundo está a Rússia, com 34%. O Brasil fica novamente em terceiro nesta questão, com 32% dos entrevistados.
    Mas o Brasil está em segundo entre os países onde as pessoas acreditam "basicamente na reencarnação", com 12% dos entrevistados. Apenas a Hungria está à frente dos brasileiros, com 13% dos entrevistados. Em terceiro, está o México, com 11%.
    Entre os que acreditam que a pessoa vai para o paraíso ou para o inferno depois da morte, o Brasil está em quinto lugar, com 28%. Em primeiro, está a Indonésia, com 62%, seguida pela África do Sul, 52%, Turquia, 52% e Estados Unidos, 41%.
    CRIAÇÃO X EVOLUÇÃO
    As discussões entre evolucionistas e criacionistas também foram abordadas pela pesquisa do instituto Ipsos.
    Entre os entrevistados no mundo todo, 28% se definiram como criacionistas, acreditam que os seres humanos foram criados por uma força espiritual como o Deus em que acreditam e não acreditam que a origem do homem viesse da evolução de outras espécies como os macacos.
    Nesta categoria, o Brasil está em quinto lugar, com 47% dos entrevistados, à frente dos Estados Unidos (40%). Em primeiro lugar está a Arábia Saudita, com 75%, seguida pela Turquia, com 60%, Indonésia em terceiro (57%) e África do Sul em quarto lugar, com 56%.
    Por outro lado, 41% dos entrevistados no mundo todo se consideram evolucionistas, acreditam que os seres humanos são fruto de um lento processo de evolução a partir de espécies menos evoluídas como macacos.
    Entre os evolucionistas, a Suécia está em primeiro lugar, com 68% dos entrevistados. A Alemanha vem em segundo, com 65%, seguida pela China, com 64%, e a Bélgica em quarto lugar, com 61% dos pesquisados.
    DESCRENTES E INDECISOS
    Entre os 18.829 adultos pesquisados no mundo todo, um total de 18% afirmam que não acreditam em "Deus, deuses, ser ou seres supremos".
    No topo da lista dos descrentes está a França, com 39% dos entrevistados. A Suécia vem em segundo lugar, com 37% e a Bélgica em terceiro, com 36%. No Brasil, apenas 3% dos entrevistados declararam que não acreditam em Deus, ou deuses ou seres supremos.
    A pesquisa também concluiu que 17% dos entrevistados em todo o mundo "às vezes acreditam, mas às vezes não acreditam em Deus, deuses, ser ou seres supremos".
    Entre estes, o Japão está em primeiro lugar, com 34%, seguido pela China, com 32% e a Coréia do Sul, também com 32%. Nesta categoria, o Brasil tem 4% dos entrevistados.
    DA BBC BRASIL
    O Brasil foi o terceiro país em que mais se acredita em "Deus ou em um ser supremo" em uma pesquisa conduzida em 23 países.
    A pesquisa, feita pelo empresa de pesquisa de mercado Ipsos para a agência de notícias Reuters, ouviu 18.829 adultos e concluiu que 51% dos entrevistados "definitivamente acreditam em uma 'entidade divina' comparados com os 18% que não acreditam e 17% que não tem certeza".
    O país onde mais se acredita na existência de Deus ou de um ser supremo é a Indonésia, com 93% dos entrevistados. A Turquia vem em segundo, com 91% dos entrevistados e o Brasil é o terceiro, com 84% dos pesquisados.
    Entre todos os pesquisados, 51% também acreditam em algum tipo de vida após a morte, enquanto que apenas 23% acreditam que as pessoas param de existir depois da morte e 26% "simplesmente não sabem".
    Entre os 51% que acreditam em algum tipo de vida após a morte, 23% acreditam na vida após a morte, mas "não especificamente em um paraíso ou inferno", 19% acreditam "que a pessoa vai para o paraíso ou inferno", outros 7% acreditam que "basicamente na reencarnação" e 2% acreditam "no paraíso, mas não no inferno".
    Nesse mesmo quesito, o México vem em primeiro lugar, com 40% dos entrevistados afirmando que acreditam em uma vida após a morte, mas não em paraíso ou inferno. Em segundo está a Rússia, com 34%. O Brasil fica novamente em terceiro nesta questão, com 32% dos entrevistados.
    Mas o Brasil está em segundo entre os países onde as pessoas acreditam "basicamente na reencarnação", com 12% dos entrevistados. Apenas a Hungria está à frente dos brasileiros, com 13% dos entrevistados. Em terceiro, está o México, com 11%.
    Entre os que acreditam que a pessoa vai para o paraíso ou para o inferno depois da morte, o Brasil está em quinto lugar, com 28%. Em primeiro, está a Indonésia, com 62%, seguida pela África do Sul, 52%, Turquia, 52% e Estados Unidos, 41%.
    CRIAÇÃO X EVOLUÇÃO
    As discussões entre evolucionistas e criacionistas também foram abordadas pela pesquisa do instituto Ipsos.
    Entre os entrevistados no mundo todo, 28% se definiram como criacionistas, acreditam que os seres humanos foram criados por uma força espiritual como o Deus em que acreditam e não acreditam que a origem do homem viesse da evolução de outras espécies como os macacos.
    Nesta categoria, o Brasil está em quinto lugar, com 47% dos entrevistados, à frente dos Estados Unidos (40%). Em primeiro lugar está a Arábia Saudita, com 75%, seguida pela Turquia, com 60%, Indonésia em terceiro (57%) e África do Sul em quarto lugar, com 56%.
    Por outro lado, 41% dos entrevistados no mundo todo se consideram evolucionistas, acreditam que os seres humanos são fruto de um lento processo de evolução a partir de espécies menos evoluídas como macacos.
    Entre os evolucionistas, a Suécia está em primeiro lugar, com 68% dos entrevistados. A Alemanha vem em segundo, com 65%, seguida pela China, com 64%, e a Bélgica em quarto lugar, com 61% dos pesquisados.
    DESCRENTES E INDECISOS
    Entre os 18.829 adultos pesquisados no mundo todo, um total de 18% afirmam que não acreditam em "Deus, deuses, ser ou seres supremos".
    No topo da lista dos descrentes está a França, com 39% dos entrevistados. A Suécia vem em segundo lugar, com 37% e a Bélgica em terceiro, com 36%. No Brasil, apenas 3% dos entrevistados declararam que não acreditam em Deus, ou deuses ou seres supremos.
    A pesquisa também concluiu que 17% dos entrevistados em todo o mundo "às vezes acreditam, mas às vezes não acreditam em Deus, deuses, ser ou seres supremos".
    Entre estes, o Japão está em primeiro lugar, com 34%, seguido pela China, com 32% e a Coréia do Sul, também com 32%. Nesta categoria, o Brasil tem 4% dos entrevistados.
    Fonte: Folha On line

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